Erro, logo existo.
(fonte da imagem: pinterest)
Eu estava no primeiro semestre quando tive anatomia na faculdade. Era uma matéria incrível mas muito complicada para mim já que é mais decoreba. E AS PROVAS CHEGARAM! Consegui responder todas as questões sem dificuldade alguma, até chegar uma pergunta sobre uma parte que eu não fazia ideia do que era e por isso eu deixei de gabaritar essa prova... moral da história? a gente aprende muito mais com nossos erros do que com os acertos, é serio! foram as fimbrias uterinas que me contaram.
Sempre cometerá um deslize, sempre terá um momento difícil ou uma turbulência que exigirá muita resiliência da sua parte e você não entenderá nada até olhar para trás e perceber que está ainda mais maduro.
Não é vergonha errar ou desabar por um momento, é vergonha desistir de ser uma versão melhorada de si mesmo! não somos maquinas e muito menos clones. Todos pensamos, sentimos e nos comportamos de modo distinto. Ninguém quer cometer erros mas me diz quem é perfeito? me diz quem não comete um equivoco? A questão é o que você vai fazer quando perceber que não é um alecrim dourado como imaginava.
É um tapa na cara quando percebemos que não somos tão perfeitos, eu sei pois senti esse baque quando fiz uma autoanálise de mim e das minhas atitudes, mas é uma das ferramentas para chegar o mais próximo de ser uma pessoa em paz consigo mesmo e com o mundo ao redor.

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